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Dupla que matou homem ao tentar impedir assalto no M’Boi Mirim está foragida; vídeo mostra fuga após o crime

Homem morre ao tentar evitar assalto na zona sul da capital A polícia procura dois suspeitos de matar um homem que tentou impedir um assalto na região do M'Bo...

Dupla que matou homem ao tentar impedir assalto no M’Boi Mirim está foragida; vídeo mostra fuga após o crime
Dupla que matou homem ao tentar impedir assalto no M’Boi Mirim está foragida; vídeo mostra fuga após o crime (Foto: Reprodução)

Homem morre ao tentar evitar assalto na zona sul da capital A polícia procura dois suspeitos de matar um homem que tentou impedir um assalto na região do M'Boi Mirim, na Zona Sul de São Paulo. O crime aconteceu na noite de quinta-feira (16), e os criminosos seguem foragidos. Imagens de câmeras de segurança são a principal pista da investigação. Os vídeos mostram a dupla fugindo a pé pelas ruas do bairro logo após o crime (veja acima). A vítima foi identificada como Alisson Oliveira de Jesus, de 42 anos. Segundo a polícia, ele tentou impedir um assalto contra um motociclista e jogou o carro contra os criminosos. Durante a ação, acabou sendo baleado na cabeça e morreu no local. O caso aconteceu na Rua das Margaridas Amarelas, na Vila Calu. No dia seguinte, uma lona preta cobria o buraco aberto no muro de um bar atingido durante a ação. De acordo com o relato de uma testemunha, os criminosos abordaram o motociclista já com a arma em mãos. O condutor conseguiu escapar, mas, ao olhar pelo retrovisor, viu o momento em que Alisson avançou com o carro contra os assaltantes. Em seguida, ouviu o disparo. Ainda segundo a polícia, a moto usada pela dupla estava com a placa adulterada, o que dificulta a identificação. Equipes buscam novas imagens e testemunhas que possam ajudar a localizar os suspeitos. Especialistas em segurança pública alertam para o risco de reagir a assaltos. O professor Rafael Alcadipani afirma que criminosos costumam agir com violência e que a população não está preparada para esse tipo de situação. A Secretaria da Segurança Pública pede que qualquer informação que possa ajudar na investigação seja repassada de forma anônima pelo Disque Denúncia, no telefone 181. Quem era o motorista O motorista morto com um tiro na cabeça na noite de quinta-feira (16) ao jogar o carro contra assaltantes para tentar impedir um roubo era de Minas Gerais e morava em São Paulo havia cerca de um ano. Ele tinha duas filhas. Natural de Sabará, Alisson Oliveira de Jesus, de 42 anos, trabalhava como supervisor de produção na unidade de Itapecerica da Serra da Votorantim Cimentos. A empresa afirmou, em nota, que lamenta o ocorrido e está prestando apoio à família do funcionário. Ele voltava de um treinamento quando presenciou dois ladrões em cima de uma moto tentando assaltar um motociclista na rua Margaridas Amarelas, na Vila Calu, região do Capão Redondo, Zona Sul da capital paulista. Alisson jogou o carro contra os assaltantes, arremessando-os contra um muro. Com o impacto, a motocicleta deles ficou presa debaixo do carro da vítima. O carro atravessou parcialmente o muro e invadiu um bar que havia do outro lado. Os ladrões tentaram retirar a moto para fugir, mas não conseguiram. Eles, então, se levantaram, atiraram na cabeça de Alisson e fugiram a pé. O motociclista que estava sendo assaltado não foi ferido. A vítima morava no bairro Santa Júlia, em Itapecerica da Serra, e não tinha há nenhum parente em São Paulo. Ele tinha duas filhas, que moravam em Minas com a mãe. Alisson Oliveira de Jesus, 42 anos, era funcionário de uma mineradora Reprodução/Redes Sociais Motorista é morto com tiro na cabeça ao jogar carro contra assaltantes para tentar ajudar vítima na Zona Sul de SP Reprodução/TV Globo Por meio de nota, a Polícia Civil disse que investiga a morte do homem de 42 anos como latrocínio. Equipes da perícia técnica e do Instituto Médico Legal (IML) foram acionadas. O caso foi registrado no 47º Distrito Policial (Capão Redondo), e encaminhado ao DHPP, que prossegue com as investigações para identificar os responsáveis e esclarecer os fatos", disse a Secretaria da Segurança Pública (SSP).